25 de jul. de 2010

Aaaah! Essas mudanças!

Por tempos nos vemos modificados, de inúmeras formas, talvez pelo gosto musical, pela roupa que vestimos, pelas companhias que tínhamos ou até mesmo por uma simples rotina. Hoje, em uma simples faxina, ou como diria um velho 'mui' sábio: "Nada como limpar a chaminé"; vim pensando: quais os motivos de nossas mudanças absurdas, e qual o motivo de tentar ser o alvo do 'estar na moda', sendo ridículo sem percebermos? Quando somos adolescente, temos uma mania (digo isso não só por mim, mas pelo que vejo e comprovei hoje) talvez feia, mas de fase (e ainda bem que é só uma fase!), de nos considerarmos a pessoa adulta, em que ainda iremos nos tornar, em que tomamos atitudes um quanto ridículas e nos achamos 'o mais FODA' do mundo, engraçado que ao tomar conhecimento, ou fazer uma retrospectiva do passado surge um certo desgosto, mas sem duvidas um contentamento enorme, uma satisfação da incrível e maravilhosa (ou não) pessoa em que nos tornamos. Apesar da ridicularidade, e de exposições encabuladoras em que nos encontrava mos um dia, seja ela por fotos, cartas, e-mails, bilhetes, musicas e etc., vale muito apenas saber o quanto o homem é capaz de superar sua própria expectativa e o seu próprio desencadeamento. Agora não mais sei o que era, mas sim o que me formei e o que eu pretendo ser e construir já é estar muito precoce quanto ao tempo e o relacionamento. SEM DUVIDAS EU AGRADEÇO AS INÚMERAS MUDANÇAS!!! e hoje mais que nunca!

15 de jul. de 2010

Ops!


Ah, como os pensamentos se contorcem, como eles são tolos e ao mesmo tempo sábios. Poxa! Quem diria você? Justo quem tanto amava, quem tanto queria,quem tanto elogiava, quem demonstrava tão diferente: sutil, carinhoso, atencioso; mostrava-se presente nas horas certas, cada segredo, cada olhar, cada sorriso faziam com que acreditássemos que poderíamos ir daqui até a 'eternidade'. Porem, o convívio, as controversas, os tombos, conseguiram desestruturar todos os 'planos', seja lá quais forem, já não se crê em mudanças. Entretanto, não se sabe ou não existe o querer de, felizmente ou infelizmente, viver sem a ausência dos pensamentos por Ti.